Carta à vida

Vida minha, estamos em tempos difíceis, eu, porém, fui treinado e forjado em tua maldade; não uma maldade proveniente de ti, mas de quem te vive. Estou cético a seus viventes, a maldade predomina, e, mesmo sem tirar um, todos são maus. Inclusive eu, minha vida. Estou numa luta constante para me entender, descobrir o porquê de certos por quês de mim.
Ando, hoje, num futuro do pretérito por medos e indecisões. O olhar para o futuro, a cada dia, já não é mais o mesmo! Tenho medo, mas, por ser forjado em ti, bato de frente. Quando vai acabar esta loucura em que vivemos? Quero te viver intensamente, não como numa batalha apocalíptica a qual vivo agora, quero viver o sonho mais lindo de amor o qual escrevo a ela, ahhhhh, minha vida linda e bela, estou vivendo por ela, ela é forte e toda singela. Ela nem me dá trela, mas acho que é sintomas de amor, ou, iludindo-me, estou! Tudo que escrevo tem ela, mas como não escrever à vida, a ti... sem falar dela? Se eu te
 quero com ela!? Dá uma moral aí, vida bela, vamos incluir ela? Dá essa moral para quem nunca desistiu e nem vai desistir de ti. Quem sonha contigo sendo a vida mais bela, traz ela!!! Dá essa moral ao rústico e bruto escritor, faz um pobre homem bruto que apenas sonha com uma vida bela que és tu, né? Imagina o meu livro inspirado em ti. "Ela, eu e a vida bela." Ah, bodegaaaaa. 
"Tamu junto vidão, é nóiz!"

Ass: Rustic writer, Russiann_poet, mas você me conhece mesmo é como Ricardo Maia!


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